APOGEN | 20 ANOS

2003

Fundação da APOGEN – Associação Portuguesa de Genéricos com mais de 10 empresas do setor farmacêutico

2004

Realização do 1º Encontro Ibérico dos Medicamentos Genéricos

2005

Eliminação da majoração de 10% da comparticipação dos medicamentos genéricos e redução de 6% nos preços, bem como alterações das margens

2006

Realização do Simpósio Luso-Brasileiro e Africano de Medicamentos Genéricos em Lisboa. Aprovação do primeiro medicamento biossimilar na Europa.

2007

Lançamento da Campanha do INFARMED, I.P. “Pode Confiar” sobre a eficácia, segurança e qualidade dos medicamentos genéricos

2008

Redução de 30% do PVP dos medicamentos genéricos (acima dos 5€)

2009

Medicamentos genéricos comparticipados a 100% para pensionistas com rendimentos inferiores ao salário mínimo nacional e incentivos a médicos das USF

2010

Alteração de designação para Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos

2011

Revisão da metodologia de Preços e Margens Criação da lei das arbitragens – regime de composição dos litígios emergentes de direitos de propriedade industrial quando estejam em causa medicamentos de referência e medicamentos genéricos

2012

Genéricos 50% mais baratos – Alteração do regime de formação dos preços, estabelecendo em 50% a diferença mínima do preço (PVP) entre o genérico e o medicamento de referência

2013

Criação da “Via Verde” para aprovação de novos genéricos Aprovação do primeiro anticorpo monoclonal biossimilar na União Europeia

2014

APOGEN incorpora na sua designação e estatutos a representação dos interesses das empresas com medicamentos biossimilares

2015

Realização da Conferência do INFARMED, I.P., no Porto, “Medicamentos Biossimilares - Presente e Futuro”

2016

Realização da Conferência do INFARMED, I.P. “Medicamentos Biossimilares: Estado da arte”

2017

Pagamento de 35 cêntimos às farmácias por embalagem dentro do grupo dos quatro medicamentos com preço mais baixo

2018

Realização da Sessão comemorativa dos 15 anos da APOGEN

2019

APOGEN recebe Prémio Sustentabilidade no âmbito dos Prémios de Boas Práticas INFARMED 25+, pela contribuição para o desenvolvimento do mercado de medicamentos genéricos e biossimilares em Portugal

2020

Lançamento do “Contador de poupanças geradas pelos medicamentos genéricos nas farmácias comunitárias” no site da APOGEN

2021

Realização da conferência Desafios Genéricos da Saúde, em parceria com o Expresso e apresentação do estudo de perceção da Gfk sobre os medicamentos genéricos junto de utentes, médicos de medicina geral e familiar e farmacêuticos

2022

Realização da conferência “Medicamentos Biossimilares: A game changer para a sustentabilidade e mais ganhos em saúde” e apresentação do estudo “Determinantes, barreiras e facilitadores da utilização de medicamentos biossimilares nos hospitais públicos em Portugal” da ENSP da Nova

2023

Celebração dos 20 anos da APOGEN Revisão em alta do valor dos medicamentos com preço abaixo de 15 euros.

 

PALAVRAS DE QUEM NOS ACOMPANHA

 

TESTEMUNHOS

 

Há 20 anos que a Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (APOGEN) tem como missão divulgar os medicamentos genéricos e os medicamentos biossimilares, promovendo e contribuindo para o desenvolvimento deste segmento de mercado em Portugal. A sua ação, de tornar os medicamentos mais acessíveis e um sistema de saúde mais sustentável para todos os utentes, tem, na nossa opinião, um papel fundamental na sociedade portuguesa. É com uma enorme satisfação que a Associação de Farmácias de Portugal (AFP) tem acompanhado de perto, apoiando e integrando, o trabalho desenvolvido pela APOGEN numa ótica de diálogo com os diversos parceiros e comunidade da saúde, assim como na discussão em grupos de trabalho, identificando problemas e apresentando propostas de soluções com o objetivo de contribuir para melhorar o acesso dos utentes aos cuidados de saúde de que necessitam. Para a AFP, a Saúde só pode ser beneficiada através da articulação de todos os intervenientes. É com este propósito que congratulamos a APOGEN pelo serviço desenvolvido ao longo destas duas décadas, em especial no acesso equitativo dos utentes a estes fármacos, e consequentemente, à saúde e à prestação de melhores cuidados. Posto isto, endereçamos as nossas maiores felicitações à APOGEN, à sua Presidente, Maria do Carmo Neves, e à restante Direção pelo trabalho desenvolvido até aos dias de hoje, desejando os melhores sucessos para os próximos 20 anos.

Isabel Cortez

Presidente da Associação de Farmácias de Portugal

Antes de mais, queria felicitar a APOGEN, pela passagem destes 20 anos. Em 2013, estive presente na integração na APOGEN, dos medicamentos biossimilares e comemorei os 10 anos da APOGEN, à época enquanto Directora Executiva. Muito me apraz hoje constatar que tal como há 10 anos para os medicamentos genéricos, a APOGEN continua a cumprir a sua valorosa missão na promoção do crescimento do mercado dos medicamentos genéricos e biossimilares e enquanto parceiro activo junto das instituições oficiais e dos cidadãos no seu empenho e na sua incessante procura por um sistema de saúde mais justo, mais eficaz e mais acessível. Durante estes 20 anos, a APOGEN pode orgulhar-se de, através das suas ações continuadas, do diálogo com os diferentes parceiros e através dos seus múltiplos contributos, ter conseguido demonstrar que os medicamentos genéricos e biossimilares , são uma ferramenta essencial para a sustentabilidade do SNS ao mesmo tempo que geram importantes poupanças aos cidadãos e demonstrar que, as suas empresas associadas, disponibilizam medicamentos genéricos e biossimilares, a um custo acessível permitindo assim libertar verbas para o financiamento pelo Estado da introdução de medicamentos inovadores, mais dispendiosos, ao mesmo tempo que alargam e garantem o acesso de mais cidadãos a medicamentos seguros, eficazes e de qualidade. Por tudo isto, por todo o trabalho desenvolvido ao longo destes 20 anos, reitero as minhas felicitações à APOGEN, desejando-lhe que os anos vindouros continuem a ser pautados por ainda mais sucessos na defesa dos medicamentos genéricos e biossimilares, e, por conseguinte, na defesa dos cidadãos e da sustentabilidade do SNS e das suas empresas associadas.

Maria Paula Santos

Diretora Executiva da APOGEN (2013-2016)

Parabéns à APOGEN por este 20º aniversário e por todo o caminho percorrido. Em primeiro lugar gostaria de recordar a Missão da APOGEN: divulgar os conceitos de medicamento genérico e medicamento biossimilar, contribuindo ativamente para o desenvolvimento deste segmento de mercado em Portugal, tornando os medicamentos mais acessíveis, num sistema de saúde sustentável, permitindo a libertação de verbas para mais cuidados de saúde e novas tecnologias de saúde, a qual tem sido plenamente cumprida nos seus 20 anos de existência. A APOGEN tem promovido ativamente os medicamentos genéricos e biossimilares o que são e o valor que acrescentam ao sistema de saúde, divulgando e promovendo junto da sociedade civil o papel basilar que estes medicamentos têm. Durante estes 20 anos a APOGEN trabalhou na criação e desenvolvimento de medidas que promoveram o crescimento do mercado de genéricos, incentivando a introdução de novas substâncias bem como um aumento da sua quota no mercado total. Estas medidas de incentivo à utilização de medicamento genéricos revelaram-se essenciais na sustentabilidade do sistema de saúde, geradoras de poupanças para doentes e estado e promotoras de uma maior acessibilidade aos medicamentos por parte dos cidadãos portugueses. Mas o caminho continua, e temos ainda, grandes desafios pela frente para os medicamentos genéricos e biossimilares, para a APOGEN e para nós próprios. Não podemos perder de vista o ambiente de mudança a que temos de nos adaptar e os vários desafios que enfrentamos. Assim gostaríamos de salientar que: Temos de continuar a trabalhar em conjunto no desenvolvimento de um mercado sustentável para os medicamentos genéricos que permita a sua manutenção no longo prazo. Atualmente vivemos um difícil equilibro entra a elevada erosão de preço destes medicamentos e o aumento exponencial dos seus custos. Aplaudimos a medida de aumento de preço tomada em 2023, mas a mesmas é manifestamente insuficiente e outras medidas têm de ser adotadas O caminho que foi percorrido durante 20 anos com os medicamentos genéricos deve agora ser seguido pelos biossimilares. Temos de trabalhar para que os biossimilares tenham o mesmo reconhecimento e a mesma penetração que tiveram os genéricos. Assim, apoiamos a medidas promovidas pela APOGEN: informação e formação dos profissionais de saúde sobre medicamentos biossimilares a sua evidência científica e eficiência na sustentabilidade do SNS e contributo para a melhoria no acesso dos doentes aos cuidados de saúde de que necessitam; a colaboração e promoção do desenvolvimento de orientações terapêuticas à medida que vão surgindo novos medicamentos biossimilares de forma a gerar mais confiança e facilitar a sua utilização; e o reforço do papel e da relação da comissão de Farmácia e Terapêutica com os conselhos de administração dos hospitais como agente desbloqueador da utilização de medicamento biossimilares E, por último, mas não menos importante, apoiar e dar destaque aos Value Added Medicine como uma nova ferramenta custo-efetiva mo com mais valias na melhoria da compliance terapêutica. Temos de encontrar formas de reconhecimento e valorização do contributo destas novas soluções, que permitem resposta a necessidades não satisfeitas, melhoram a adesão ou simplificam as orientações e os tratamentos. A Teva reitera o seu compromisso de continuar a fazer este caminho lado a lado com a APOGEN.

Marta González Casal

General Manager Teva Portugal

A Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) felicita a APOGEN – Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares pelo seu 20º aniversário e pelo bom trabalho que tem vindo a desenvolver em prol da promoção da utilização cada vez mais abrangente dos medicamentos genéricos e biossimilares no mercado português. A APORMED acredita que a introdução e a expansão do uso dos medicamentos genéricos e biossimilares em Portugal originou uma melhoria no acesso dos utentes do Serviço Nacional de Saúde a medicamentos mais acessíveis, melhorando a compliance de adesão à terapêutica e, simultaneamente, contribuiu para uma maior sustentabilidade do nosso SNS que, como é sabido, sofre de um subfinanciamento crónico. Ora, a poupança gerada pelo Estado através da adoção dos medicamentos genéricos e biossimilares poderá (e deverá) ser canalizada para a introdução de tecnologias inovadoras e diferenciadas, tanto de medicamentos como de dispositivos médicos, que contribuem para a obtenção de ganhos de saúde em toda a cadeia. A APORMED destaca também o papel fundamental das empresas fabricantes e associadas da APOGEN para a economia nacional, quer ao nível da geração e fixação de emprego qualificado, quer pelo elevado volume de exportações.

Maria Antonieta Lucas dos Santos

Presidente da APORMED - Associação Portuguesa de Empresas de Dispositivos Médicos

Felicito a Apogen pelos seus 20 anos, e pelo contributo ao longo deste período no que foi a defesa e ajuda na criação do mercado de medicamentos genéricos em Portugal, e mais tarde, em 2013, abraçando também os medicamentos biossimilares. As ações continuadas desta associação foram em prol do aumento do acesso das pessoas a medicamentos mais acessíveis, tornando o sistema de saúde em Portugal mais equitativo. Como resultado da adoção destas tecnologias de saúde pelos profissionais de saúde e pelos utentes, libertaram-se recursos que permitiram, e permitem, financiar mais cuidados de saúde, sejam terapêuticas, profissionais de saúde ou até unidades de saúde. Esta defesa do acesso a mais e melhores cuidados de saúde está no DNA da Apogen, bem como o mérito no diálogo continuado com a tutela e sociedade, demonstrando os benefícios das escolhas racionais - por tudo isto, um forte aplauso, com o compromisso da Mylan/Viatris se manter como uma voz ativa nesta associação, a bem da pessoa com doença e do setor dos medicamentos já sem patente.

Alberto Navia-Osorio (PhD)

Diretor Geral da Viatris (Mylan/Viatris)

A APOGEN presta um relevantíssimo papel em termo de Saúde e da economia nacional. Como pivot da indústria de genéricos e biossimilares, é uma voz necessária para a informação sobre as caraterísticas destes produtos e o seu contributo para a saúde dos portugueses e a sustentabilidade do sistema de saúde. Nestes seus primeiros 20 anos a APOGEN soube desenvolver a sua atuação tornando-se um interlocutor ativo, com múltiplos contributos e estudos fundamentados sobre a qualidade e o valor dos genéricos e biossimilares, através de estudos, audição de peritos e benchmarking internacional. A participação da APOGEN na discussão sobre políticas públicas de saúde tem sido muito relevante para a regulação do mercado dos medicamentos, para as medidas de reforço do acesso e para a concorrência no setor. Assume uma postura de diálogo com os diversos stakeholders, desde as autoridades aos cidadãos, passando pelos canais comerciais e de prestação de cuidados de saúde, onde também se incluem os hospitais privados. O país também precisa de uma APOGEN forte num momento em que o abastecimento de medicamentos é assumido como uma questão de soberania e se defende o potencial do reforço da componente industrial da saúde. A APOGEN tem sido, assim, muito importante para os seus Associados, para os cidadãos, para as instituições de saúde, para a economia nacional … mas também para o associativismo. Testemunhamos que a APOGEN é, desde a primeira hora, membro do Conselho Estratégico Nacional de Saúde da CIP e está na Convenção Nacional da Saúde. Este espírito de defesa dos legítimos interesses sem uma perspetiva redutora, mas antes com a consciência que o cluster da saúde é importante como um todo e funciona em rede. Como se diz no conhecido estudo da Fundação Calouste Gulbenkian, “Um futuro para a Saúde”, “todos temos um papel a desempenhar” … e a APOGEN desempenha bem o seu.

Óscar Gaspar

Presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada | Membro da Comissão Executiva e Vice-Presidente do Conselho Estratégico de Saúde da CIP | Secretário de Estado da Saúde do XVIII Governo Constitucional

A APOGEN – Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares completa em maio um percurso de 20 anos pautado pelo sucesso e por metas alcançadas. Fundada uma década depois da comercialização dos primeiros medicamentos genéricos no mercado português, a associação tem contribuído para o desenvolvimento do segmento dos medicamentos genéricos e biossimilares. Para a obtenção de resultados têm sido fundamentais as sinergias entre as diferentes entidades, que estão envolvidas na cadeia do medicamento, desde organismos institucionais à comunidade da saúde e decisores políticos. Em conjunto, têm encontrado soluções com vista a trazer maior competitividade ao mercado farmacêutico e facilitar o acesso dos cidadãos a medicamentos com qualidade, segurança e eficácia. Os ganhos para o sistema nacional de saúde e respetiva sustentabilidade são consequência desta união de esforços. Outro dos efeitos do trabalho desenvolvido pela APOGEN é a possibilidade de novos investimentos em mais medicamentos e cuidados de saúde à população, culminando num maior acesso dos cidadãos a tecnologias da saúde e, consequentemente, mais saúde para as pessoas. Para tal, é também importante colocar o doente no centro das decisões e essa é uma das prioridades da Convenção Nacional da Saúde (CNS), através do permanente diálogo entre os vários intervenientes, que conduz à reflexão sobre o futuro da Saúde no país. A CNS conta com mais de 150 instituições, entre elas a APOGEN. É expectável que a APOGEN continue o seu caminho, em prol da diversificação das soluções terapêuticas em Portugal, mas também que, desta reflexão conjunta, resulte um compromisso que garanta um sistema de saúde eficiente, de qualidade e sustentável. À APOGEN desejo muitos anos de vida!

Eurico Castro Alves

Presidente da Comissão Organizadora da Convenção Nacional da Saúde | Secretário de Estado da Saúde do XX Governo Constitucional | Presidente do INFARMED, I.P. (2012-2015)

National associations are the heart of an association like Medicines for Europe. They are our colleagues representing the voice of the off-patent industry in each country, strongly supporting our European level work and contributing their expertise to help form our policy positions. Apogen brings the voice and experience from Portugal in a dedicated and professional manner, always aligned with Medicines for Europe’s call for support and engagement. With the unwavering hard work of associations like Apogen, we are stronger in our advocacy to bring affordable and accessible medicines to patients. The twenty year anniversary of Apogen is such a special moment to thank you and recognise the major achievements you have made: we are grateful that you are part of the Medicines for Europe network every year! I look forward to the next twenty years of leadership and collaboration with Apogen and wish you all the best for your special milestone celebrations.

Elisabeth Stampa

Presidente da Medicines for Europe

Our voice in Europe is strong because of the support of national associations like Apogen. Our colleagues in Portugal support us and share our messages with their contacts at national level, who then come to Brussels well prepared and well briefed on our priority issues. Apogen is a leader in our national associations committee, always leading by example in amplifying our voice and advocating for better access to medicines for patients in Portugal. I am so proud of the association for celebrating such an impressive milestone. Congrats to all my colleagues at Apogen and I count on your support in the coming years as we continue together to drive better access to generic, biosimilar and value added medicines.

Adrian van den Hoven,

Director Geral da Medicines for Europe

A introdução de medicamentos genéricos e medicamentos biossimilares em Portugal reverte-se de especial relevância para o sistema de saúde português, que luta diariamente pela sua sustentabilidade. Num país em que os recursos são escassos, estas opções terapêuticas, utilizadas quer em meio ambulatório quer hospitalar, garantem o acesso dos cidadãos a medicamentos de elevada qualidade, segurança e eficácia, que, sem dúvida, permitem gerar valor para reinvestir na melhoria dos cuidados de saúde às populações e em novas tecnologias de saúde, particularmente no acesso à inovação terapêutica, já que reduzem a pressão sobre o financiamento disponível tanto a nível público como privado. Hoje representam um mercado profundamente competitivo, de alargada oferta, com um impacto económico muito positivo, contribuindo inclusive, pela via das exportações, para um maior equilíbrio da balança comercial do medicamento. Sendo medicamentos de primeira linha para a maioria das doenças crónicas, permitirem aumentar o acesso dos cidadãos aos medicamentos, reduzindo as desigualdades em saúde, potenciando o aumento da adesão à medicação e melhorando ainda os resultados em saúde, contribuindo desta forma para o bem-estar da população. As principais empresas da indústria farmacêutica presentes no mercado e dedicadas à produção e comercialização de medicamentos genéricos e biossimilares decidiram, e bem, há 20 anos constituir a APOGEN. A sua associação representativa tem sido promotora de um diálogo constante e construtivo com os diferentes agentes da cadeia de valor do medicamento, e com a comunidade da saúde em geral, sobre a relevância da aposta no crescimento deste mercado, apresentando sempre soluções transversais e equilibradas, capazes de promover mais e melhores cuidados de saúde aos doentes. Como parceiros estratégicos e diários deste setor, desejamos que o seu contributo permaneça e se intensifique, na procura das melhores soluções de distribuição e acesso a medicamentos genéricos e biossimilares. Parabéns à APOGEN pelos seus 20 anos.

Nuno Flora

Presidente da ADIFA – Associação de Distribuidores Farmacêuticos

Para o progresso da humanidade muito contribuiu o medicamento. A sua utilização tem permitido a cura, melhoria da qualidade de vida e para o aumento da esperança média de vida. O aumento da despesa com medicamentos constitui um factor importante para o crescimento da despesa em saúde. Foi em 1992 que os primeiros medicamentos genéricos começaram a ser comercializados em Portugal. Desde então houve um crescimento deste mercado, estando presentes na maioria das classes terapêuticas utilizadas para o tratamento de diversas patologias. Esta evolução no mercado dos genéricos, deveu-se em grande parte, a uma desmistificação da sua utilização, para a qual contribuíram várias acções de sensibilização dirigidas a utentes e a profissionais de saúde. Só desta maneira foi possível alcançar as actuais metas de mercado. A utilização de genéricos, inserida numa perspectiva de utilização racional e eficiente do medicamento, enquanto tecnologia de saúde, contribui para a sustentabilidade do sistema de saúde. Desta forma, a utilização de genéricos permite, não só, poupança nos encargos com medicamentos, mas também na libertação de recursos para investimento em moléculas inovadoras, garantindo um acesso equitativo ao medicamento.

Patrícia Cavaco

Presidente da APFH - Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares

Um sistema de saúde sustentável é fundamental para os cidadãos. A aposta na melhoria da prestação dos cuidados de saúde e a eficiência dos serviços permitirá reforçar o sistema de saúde, que deve ter as pessoas no centro das preocupações. A indústria farmacêutica (IF), através da produção de medicamentos, assume um papel determinante na sustentabilidade do sistema de saúde, permitindo ganhos na qualidade de vida do cidadão e a criação de mais valor para a economia.Para que este sistema continue competitivo e garanta o acesso de todos os cidadãos às terapêuticas de que necessitam, a inovação é determinante. Quanto mais capazes formos de inovar e de proporcionar o acesso a novos tratamentos, que deem uma melhor resposta às necessidades das pessoas, mais importância assumem os medicamentos. Os genéricos e biossimilares, são parte integrante do natural ciclo de vida dos medicamentos e permitem libertar recursos para investir em áreas onde não existem, ainda, alternativas para necessidades médicas sem resposta, investigando e desenvolvendo novos medicamentos para doenças que não têm ou precisam de tratamentos mais eficazes. Estes medicamentos proporcionam o investimento, encorajam e recompensam a inovação e, como tal, contribuem para manter um sistema de saúde eficiente e sustentável. Por ocasião dos 20 Anos da fundação da APOGEN - Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares é justo, portanto, reconhecer que, em Portugal, a produção e comercialização de medicamentos genéricos e biossimilares assume um papel importante na indústria farmacêutica, na inovação e na melhoria da saúde pública em Portugal e no mundo. Parabéns a todos os que contribuíram, desde há 20 anos, para a edificação da APOGEN e para o seu desenvolvimento. Votos de sucessos futuros.

João Almeida Lopes

Presidente da APIFARMA - Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica

No dia 8 de julho de 1992 foram comercializados, pela primeira vez, medicamentos genéricos em Portugal: um antibiótico e um medicamento para o sistema nervoso central. Dez anos depois da sua entrada no mercado português estes medicamentos representavam apenas 1% das vendas. Com a implementação de várias medidas - como a majoração da comparticipação, a criação dos tribunais de patentes ou a prescrição por denominação comum internacional - e com o aumento da confiança dos profissionais de saúde e, consequentemente, da sociedade, hoje representam quase 50% das vendas de medicamentos, permitindo uma poupança substancial e importante para o Estado. Como membro do Conselho Diretivo do Infarmed e agora como Bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, estive envolvido na implementação de medidas com o objetivo de promover a utilização de medicamentos genéricos, tendo em consideração o nível de desconfiança inicial quer da Indústria que já estava no mercado quer dos próprios profissionais de saúde. Ao longo dos anos, estas dúvidas foram-se dissipando. No entanto, continua a ser fundamental para a sustentabilidade do Sistema de Saúde português investir na promoção da importância dos medicamentos genéricos. Considero a indústria de medicamentos genéricos e biossimilares um setor estratégico para o país, pois contribui para o aumento da acessibilidade aos medicamentos e para poupanças assinaláveis para os utentes e sistemas de saúde, desde que assegurado o equilíbrio e a viabilidade económica das empresas de genéricos e biossimilares. Por outro lado, a indústria de medicamentos genéricos e biossimilares tem uma componente económica muito importante para o país relacionada com a sua atividade exportadora. Os problemas associados à inflação, ao aumento dos custos energéticos, ou à escassez de matérias-primas têm consequências no acesso aos medicamentos e reforçam a importância de uma aposta estratégica nos medicamentos genéricos e biossimilares, como as alternativas de acesso a medicamentos imprescindíveis para os doentes. Desta forma, também a Academia assume especial relevo na formação dos futuros profissionais de saúde, transmitindo os conhecimentos técnicos necessários e assentes na mais recente evidência científica, bem como modelos e práticas profissionais que melhor servem os interesses dos doentes e da sociedade, nomeadamente sobre os estudos que suportam a bioequivalência ou a biossimilaridade destes medicamentos. Menciono ainda o papel fundamental dos farmacêuticos, quer sejam os que exercem na indústria de medicamentos genéricos e biossimilares, que da produção, ao registo e à comercialização asseguram a qualidade destes produtos, quer sejam o das áreas assistenciais que todos os dias têm a responsabilidade de promover o acesso mais custo-efetivo a medicamentos e a literacia em saúde junto da sociedade, contribuindo, assim, para a criação de um ambiente de confiança e combate aos mitos que rodearam os medicamentos genéricos e biossimilares durante os seus primeiros anos. Termino, reconhecendo o importante papel da APOGEN e a sua colaboração com os farmacêuticos, fundamental para garantir os interesse dos nossos doentes e do Sistema de Saúde.

Helder Mota Filipe

Bastonário da Ordem dos Farmacêuticos

Nos últimos 30 anos, os medicamentos genéricos têm dado um importante contributo para a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde, quer pelas poupanças diretamente resultantes da sua prescrição, como pelo facto de terem reduzido a despesa out-of-pocket das famílias e, consequentemente, terem melhorado a acessibilidade ao medicamento. É certo que ainda existe caminho para fazer e que ainda estamos longe da média europeia relativa à prescrição de genéricos, mas a confiança dos utentes e dos profissionais, cria certamente as bases necessárias para que a prescrição de medicamentos genéricos continue a crescer.

Xavier Barreto

Presidente da APAH - Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares

A APOGEN e as empresas de medicamentos genéricos e biossimilares em Portugal têm sido uma força vital para a promoção da saúde, permitido a adoção generalizada destes medicamentos pelas pessoas, pelas autoridades, instituições de saúde e profissionais, aportando benefícios líquidos inegáveis para a sociedade portuguesa. A indústria dos genéricos e as farmácias comunitárias têm sido parceiras na concretização dos objetivos a que se propõem os medicamentos genéricos do ponto de vista da sustentabilidade económica e, de forma mais ampla, da promoção do uso responsável do medicamento. A colaboração estabelecida entre a APOGEN e a ANF, nos últimos 20 anos, tem sido essencial para cumprir o desígnio estratégico de promover o crescimento da quota de medicamentos genéricos em Portugal, enquanto fator essencial para a sustentabilidade do sistema de saúde. A informação prestada à população diariamente pelos farmacêuticos nas farmácias comunitárias, tem sido determinante para reforçar a confiança das pessoas na utilização de medicamentos genéricos. A proximidade às pessoas dita que as farmácias tenham, desde sempre, um profundo entendimento sobre as necessidades e expectativas sentidas pela população, assim como uma consequente e muito particular preocupação com a sustentabilidade dos cuidados de saúde. Assim se justifica que, desde o momento zero, as farmácias tenham sido militantes defensoras e ativas promotoras dos medicamentos genéricos, empenhando-se no crescimento da sua quota de mercado e contribuindo para uma poupança de recursos avaliada em mais de cinco mil milhões de euros nos últimos 12 anos. De acordo com os dados monitorizados pela ANF, em conjunto com a APOGEN, a cada segundo que passa, 16,15 euros são poupados pelas famílias portuguesas e pelo Estado através da dispensa de Medicamentos Genéricos (MG) nas farmácias comunitárias. Estes dados revelam o contributo dos medicamentos genéricos para o aumento da acessibilidade ao medicamento, melhorando a qualidade de vida das pessoas. Continuaremos, como sempre estivemos, perto das pessoas, a defender o seu acesso a terapêuticas eficazes, seguras e sustentáveis, assim como disponíveis para colaborar com a APOGEN no desenvolvimento de modelos de incentivos que permitam à rede exponenciar a poupança já alcançada, e serviços que otimizem a efetividade e segurança das terapêuticas. Para voltar a estimular o aumento da quota de genéricos em Portugal é necessário rever o modelo de incentivos de dispensa às farmácias, aplicando novos critérios que permitam manter sustentável o acesso a medicamentos e serviços de saúde inovadores. Para tal, a ANF conta com a APOGEN e com as suas empresas associadas para assegurar que os medicamentos genéricos continuam a reforçar o seu papel fundamental na acessibilidade ao medicamento, numa dinâmica da indústria farmacêutica capaz de encontrar as respostas às necessidades em saúde das pessoas nos próximos anos.

Ema Paulino

Presidente da Direção da ANF

SINERGIAS CONSOLIDADAS

 

A NOSSA REDE

 

 

PARCEIRO DA SAÚDE

A APOGEN é representante da maior rede de produtores nacionais de medicamentos genéricos e biossimilares, potenciando o diálogo com os decisores políticos e institucionais, de modo a promover um mercado farmacêutico mais competitivo.

LINHA DO TEMPO

 

 

"A população só pode decidir se estiver informada."

Luís Filipe Pereira, antigo Ministro da Saúde

Lusa, fevereiro de 2003

"A venda de genéricos em 2003 deve permitir uma poupança na ordem dos quatro por cento em relação ao encargo global do Estado com os fármacos, ou seja, de 49 milhões de euros."

Rui Santos Ivo, Presidente do Conselho Diretivo do INFARMED I.P.

Lusa, fevereiro de 2003

"É muito importante que as campanhas de informação sejam retomadas, e também as ações junto dos médicos porque se não houver uma situação de confiança, se os laboratórios começarem a sentir que já não há apoio do Ministério da Saúde aos genéricos, é óbvio que não vão lançar tantas moléculas."

João Félix, antigo Presidente da APOGEN

RTP, novembro de 2005

"A entrada dos genéricos contribui para o abaixamento geral dos preços dos medicamentos, mesmo os de marca."

Vasco Maria, antigo Presidente do Conselho Diretivo do INFARMED I.P.

Jornal de Notícias, abril de 2007

"Desde 1970/75, nunca o crescimento da despesa com medicamentos foi tão baixo como nos últimos anos, o que em grande parte foi provocado pelos genéricos. Não só pela entrada de genéricos no mercado, como pela descida do preço de referência, o que em muitos casos obrigou os originadores a venderem ao preço do genérico.”

Paulo Lilaia, antigo Presidente da APOGEN

Lusa, setembro de 2008

“A utilização de medicamentos genéricos (MGs) deve ser, para nós médicos, uma decisão técnico-científica e não apenas económica. Se esta ideia é aceitável, então os MGs devem ser contextualizados no processo de decisão terapêutica.”

António Vaz Carneiro, médico e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

Artigo de opinião da campanha do INFARMED I.P. dos Medicamentos Genéricos “Pode Confiar”, outubro de 2008

“A troca de medicamentos originais pelos respectivos genéricos ou entre genéricos está perfeitamente legitimada pelos princípios técnico-científicos aplicados no licenciamento Europeu.”

Cristina Sampaio, Professora de Farmacologia da Universidade de Lisboa

Artigo de opinião da campanha do INFARMED I.P. dos medicamentos genéricos “Pode confiar”, janeiro de 2009

“Em princípio, os genéricos são preferíveis aos medicamentos originais contendo o mesmo princípio activo, devido ao seu custo (quase sempre) mais reduzido: vantagem económica para o doente e para o erário público, através de uma comparticipação menor”

Walter Osswald, médico e professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

Artigo de opinião da campanha do INFARMED I.P. dos medicamentos genéricos “Pode confiar”, janeiro de 2009

"A verdade é que, se a quota de genéricos não tivesse aumentado, a dívida com medicamentos era muito mais significativa. O Estado não tem dinheiro para sustentar este crescimento”

Hipólito Aguiar, farmacêutico comunitário

Público, abril de 2009

“Os portugueses confiam cada vez mais nos genéricos. A quota dos genéricos em termos de embalagens está em 17,4 por cento e em valor encontra-se nos 18,6 por cento”

Manuel Pizarro, antigo Secretário de Estado da Saúde

Lusa, novembro de 2009

"Somos um sector com uma grande capacidade de exportação. Esperamos que no início de 2010 estarão reunidas as condições para iniciarmos a exportação para a Venezuela"

Paulo Barradas Rebelo, associado da APOGEN

Lusa, novembro de 2009

“[É necessário apostar] na desmaterialização do circuito administrativo do medicamento, possibilitando a prescrição electrónica e promover a prescrição de genéricos”

Ana Jorge, antiga Ministra da Saúde

Público, fevereiro de 2010

"Se estes medicamentos genéricos tivessem entrado no mercado o potencial de poupança era superior a 100 milhões de euros. Portugal é o único país de toda a União Europeia onde existe um bloqueio à entrada de genéricos em tribunais. Nos outros países, os tribunais administrativos recusaram-se a interferir neste litígio"

Paulo Lilaia, antigo Presidente da APOGEN

Jornal de Notícias, outubro de 2010

“Discutir a bioequivalência dos genéricos é hoje verdadeiramente pré-histórico”

Carlos Maurício Barbosa, antigo Bastonário da Ordem dos Farmacêuticos

Jornal i, junho de 2011

“Estando garantidas a qualidade e segurança, e sabendo que os biossimilares demonstram extensivamente, através de criteriosos processos, a sua similaridade com o medicamento de referência, devemos todos, profissionais de saúde e cidadãos, questionarmo-nos se será corretamente ético resistir à utilização destes medicamentos”

Eurico Castro Alves, antigo Presidente do Conselho Diretivo do INFARMED I.P.

INFARMED Notícias, junho de 2013

“Os desafios e constrangimentos com que nos debatemos nos dias de hoje realçam a importância dos medicamentos biossimilares para a abordagem do uso racional do medicamento”

Paula Dias de Almeida, vogal do Conselho Diretivo do INFARMED I.P.

INFARMED Notícias, dezembro de 2013

“O tema da utilização dos medicamentos biossimilares é de extrema importância para o Infarmed e, de alguma forma, é bem representativo da política do medicamento que temos vindo a desenvolver e que assenta em dois eixos fundamentais: a garantia de que todos os portugueses têm acesso aos medicamentos de que necessitam, e de que esse objetivo seja concretizado em condições que assegurem a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde”

Eurico Castro Alves, antigo Presidente do Conselho Diretivo do INFARMED I.P.

INFARMED Notícias, novembro de 2015

“Os portugueses ainda podem poupar mais cerca de 60 a 70 milhões de euros por ano com o crescimento do mercado de genéricos. É esse potencial que se pretende ir buscar, sem penalizar as farmácias”

Paulo Cleto Duarte, antigo Presidente da Associação Nacional de Farmácias

RTP 1, abril de 2016

"Os medicamentos biossimilares representam uma forma mais eficiente e sustentável de promover o uso de terapêuticas inovadoras e personalizadas”

Manuel Delgado, Secretário de Estado da Saúde

Just News, junho de 2016

“Os [medicamentos] biossimilares apresentam uma eficácia e uma tolerância bem estabelecidas e analisadas pelas autoridades reguladoras”

Henrique Luz Rodrigues, antigo Presidente do Conselho Diretivo do INFARMED I.P.

Just News, junho de 2016

“Os biossimilares são um instrumento para dar acesso a mais doentes e ao mesmo tempo gerir melhor os recursos financeiros. Dão acesso sempre que é necessário a mais doentes relativamente às moléculas biológicas - há casos em que não há número de doentes a aumentar porque todos os que precisam já estão a ser tratados e, nesse caso, baixam-se custos - e ao mesmo tempo libertam recursos para dar acesso a outros medicamentos inovadores, sempre mais caros”

Hélder Mota Filipe, antigo Vogal do Conselho Diretivo do INFARMED I.P.

Diário de Notícias, outubro de 2016

“De 2008 a 2015, a poupança gerada com medicamentos biossimilares em Portugal, com três moléculas, foi de 26 milhões de euros. O comportamento do mercado de 2017 a 2020, com ambiente concorrencial sustentável, a funcionar saudavelmente, tem potencial para gerar mais de 120 milhões de euros de poupanças com os medicamentos biossimilares”

Paulo Lilaia, antigo Presidente da APOGEN

Público, maio de 2017

“Até ao fim de Outubro, temos 55 processos concluídos, 40 fechados, e temos 300 genéricos e biossimilares aprovados este ano. A utilização de biossimilares é muito assimétrica no país. Há hospitais que usam 100% e outros que usam 0%. Mas a quota de genéricos em DDD (Dose Diária Definida) já passou os 50%, enquanto em número de embalagens estamos nos 48%”

Maria do Céu Machado, antiga Presidente do Conselho Diretivo INFARMED I.P.

Público, novembro de 2017

“Felizmente, no nosso país, não há dificuldade de acesso ao trastuzumab, de uma forma geral. No entanto, é inegável a sobrecarga que as doenças oncológicas representam para o sistema nacional de saúde. A disponibilização de um medicamento biossimilar que tem exatamente a mesma eficácia e segurança, por um preço mais reduzido vai permitir aliviar essa carga e canalizar os recursos para outras áreas prioritárias, nomeadamente o acesso a outros tratamentos inovadores e mais caros”

Fátima Cardoso, Investigadora da Fundação Champalimaud

janeiro de 2018, Raio X

“No primeiro trimestre de 2019, o medicamento biossimilar teve uma quota no mercado hospitalar de 32,5%. A poupança que estimamos que possa ser feita nos próximos três anos, num ambiente sem constrangimentos concorrenciais, é superior a 100 milhões de euros”

João Madeira, antigo Presidente da APOGEN

Público, julho de 2019

“O que é de lamentar é que os medicamentos genéricos e biossimilares não sejam considerados mais estratégicos numa melhor planificação da despesa necessária para a saúde”

João Madeira, antigo Presidente da APOGEN

Público, julho de 2019

“As empresas associadas da APOGEN, em teletrabalho ou nas unidades fabris, reforçam o seu empenho e compromisso no combate à pandemia de Covid-19, continuando a produzir e a fazer chegar os medicamentos genéricos e biossimilares a quem deles mais precisa”

João Madeira, antigo Presidente da APOGEN

Jornal Económico, março de 2020

“Nunca é demais repetir que os biossimilares são medicamentos que garantem a mesma qualidade, eficácia e segurança que os biológicos utilizados para o mesmo fim, mas com um menor custo para o SNS e logo para todos”

Diogo Serras Lopes, antigo Secretário de Estado da Saúde

E-Conference da APOGEN “Valor em Saúde”, outubro de 2020

“Os medicamentos genéricos e biossimilares são pilares fundamentais sem os quais, muito dificilmente, seríamos capazes de assegurar o direito fundamental à proteção da saúde, plasmado na Constituição da República Portuguesa: porque promovem um acesso mais equitativo ao medicamento; são mais custo-efetivos; tratam um maior número de pessoas com o mesmo custo; e porque libertam recursos para financiar mais cuidados e novas tecnologias de saúde para todos os cidadãos”

Maria do Carmo Neves, Presidente da APOGEN

Observador, novembro de 2021

“Há uma série de custos que tornaram a produção de medicamentos genéricos e biossimilares insustentável. O impacto da Guerra da Ucrânia está a ser a gota de água para o sector”

Ana Valente, Diretora Executiva da APOGEN

RTP1, março de 2022

“Não é apenas uma questão de poupança, é também uma questão de eficiência, segurança e de qualidade na utilização dos medicamentos [biossimilares] para os nossos doentes no maior acesso a medicamentos [biológicos]”

António Lacerda Sales, Secretário de Estado Adjunto da Saúde

SIC, maio de 2022

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